Coala Festival volta a rugir em Cascais: música, diversidade e emoção na cena portuguesa
O festival brasileiro regressa a Portugal com cartaz de peso, surpresas e muita lusofonia para celebrar

O Coala Festival, originário do Brasil, estreou-se internacionalmente em Portugal nos dias 1 e 2 de junho de 2024, no Hipódromo Manuel Possolo, em Cascais. O evento reuniu cerca de 20 mil pessoas ao longo dos dois dias, evidenciando a forte conexão entre o público português e a música lusófona.
Em conferência de imprensa realizada nesta sexta-feira, 4 de abril de 2025, na Casa Museu de Santa Maria, Pedro Neto, diretor do Coala Festival, expressou sua satisfação com a recepção do público: “Eu estou muito feliz por poder vivenciar o entusiasmo dos festivaleiros e a ansiedade pelos bilhetes já vendidos para a segunda edição.” Ele destacou ainda o comprometimento da equipe: “O festival termina e já estamos trabalhando reforçado para a próxima edição.”

Carlos Carreiras, presidente da Câmara Municipal de Cascais, enalteceu a organização do evento e a sua capacidade de atrair um público diversificado de vários países, promovendo a união através da música.
Gabriel Andrade, fundador do Coala Festival, relembrou momentos marcantes da primeira edição, como a presença de Gilberto Gil e Jorge Ben Jor no mesmo palco, considerando a experiência “irretocável”. Ele também destacou a importância da estreia europeia de Liniker com seu aguardado álbum.
A organização anunciou melhorias em diversos aspectos para a próxima edição e prometeu surpresas no palco de música eletrónica, que foi um dos destaques do ano anterior.

O cantor cabo-verdiano Djodje marcou presença na coletiva, interpretando dois dos seus sucessos, incluindo “Bela”. Ele expressou entusiasmo em participar do festival, destacando a energia e musicalidade do evento, e prometeu uma performance vibrante com muita Kizomba.
Assista o vídeo aqui Djodje.

Com um cartaz diversificado e uma organização dedicada, o Coala Festival afirma-se como um evento imperdível que celebra a riqueza da música lusófona, promovendo a união de culturas e a valorização da diversidade musical.
Quem também marcou presença foi o consagrado ator e artista Marcello Antony. Fã declarado do evento, ele fez questão de acompanhar de perto os preparativos da segunda edição e relembrou com carinho sua experiência na estreia do festival em 2024.
“Cascais é uma vila e recebe uma multidão de pessoas apaixonadas pela música. E o bom desse festival — a que assisti à primeira edição — é essa miscelânea de povos da língua portuguesa: cabo-verdianos, portugueses, brasileiros…”, comentou com brilho nos olhos. Antony vive em Cascais há sete anos e sente-se parte da comunidade que acolhe o Coala com tanto carinho.
Animado para o que está por vir, o ator acrescentou:
“Estou muito animado para a próxima edição e espero que ele possa crescer ainda mais. Torço muito por esse festival.”

Apesar de admirar todos os nomes do cartaz, o ator não escondeu o seu entusiasmo especial por um dos artistas: Criolo. “Já fui a shows do Criolo e gostei muito. Ele tem uma presença única.”, revelou, mostrando seu lado festivaleiro e sua paixão pela música de raiz e com mensagem.

Com essa troca calorosa entre arte, música e público, fica evidente que o Coala Festival não é apenas um palco de grandes performances — é um ponto de encontro cultural que toca fundo no coração de quem participa. E com nomes como Marcello Antony apoiando e vivenciando o evento, o festival segue ainda mais forte na sua missão de celebrar a diversidade da lusofonia na cena de Cascais.
Cartaz Completo: 31 de maio (sábado):
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Liniker
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António Zambujo e o Rancho de Cantadores da Aldeia Nova de São Bento
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Djodje
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Ana Lua Caiano
1 de junho (domingo):
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Ney Matogrosso (Bloco na Rua)
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Xande de Pilares interpreta Caetano Veloso
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Lena d’Água
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Timbalada + Afrocidade
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Os bilhetes estão disponíveis para compra através do site oficial do festival.





